O ELEVADOR
de GABRIEL PINTILEI
encenação de CARLOS J. PESSOA
Dramaturgia romena contemporânea
27 de Mai. a 11 Jun. I Quarta a Domingo I 21h30
Este espectáculo é realizado com o apoio do Instituto Cultural Romeno em Lisboa
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Dando continuidade à parceria com o Instituto Cultural Romeno, e depois da tradução e encenação em Bucareste, de Ácido, de Carlos J. Pessoa e do Teatro da Garagem ter apresentado no Teatro Odeon, na capital romena, Teatro Clip, é a vez do Teatro da Garagem dar corpo e voz aos novos dramaturgos romenos, através da tradução e encenação de O Elevador, de Gabriel Pintilei.
Dois jovens, fechados num elevador de uma fábrica abandonada, são já, sem o saberem, os anjos-fantasmas dos amantes que aí se quiseram encontrar, para fazer amor pela primeira vez. No desespero de encontrar uma saída, encontram o corpo e os sentidos, sem quase se tocarem, alimentam a alma da fantasia do desejo, que prologa o inevitável, e sobrevivem à medida da duração da bateria do telemóvel sem rede nem esperança. O elevador é um túmulo onde outros amantes já se encontraram, mas é também a metáfora da possibilidade de ascensão e liberdade que o amor oferece aos afortunados que alguma vez se apaixonaram para sempre, face ao desespero irremediável de uma morte que desde o início nos assombra. Felizmente, não são poucos.
TEXTO I Gabriel Pentilei
TRADUÇÃO DE ROMENO I Anca Milu-Vaidesegan
ENCENAÇÃO E CONCEPÇÃO PLÁSTICA I Carlos J. Pessoa
MÚSICA ORIGINAL, DESENHO E OPERAÇÃO DE SOM I Daniel Cervantes
CENOGRAFIA E FIGURINOS I Sérgio Loureiro
DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ I Miguel Cruz
INTERPRETAÇÃO I Joana Jorge e Manuel Moreira
REVISÃO DE TEXTO E DRAMATURGIA I David Antunes
DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO I Maria João Vicente
PRODUÇÃO I Iria Menut e Raquel Paz
APOIO GRÁFICO I Pedro Azevedo
CO-PRODUÇÃO I Instituto Cultural Romeno em Lisboa
APOIOS I Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC
FINANCIAMENTOS I Companhia financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes
INTEGRADO EM ‘OUTRAS CENAS SÃO FESTAS DE LISBOA’
ON THE ROAD OU A HORA DO ARCO ÍRIS
de CARLOS J. PESSOA
encenação de ANA PALMA
com MARIA JOÃO VICENTE
18 a 21 Jun. I 21h30
M/12
On the Road ou
A Hora do Arco-íris é uma peça sobre a viagem de uma mulher que, no percurso entre o Cabo de S. Vicente e o Pulo do Lobo, perfaz de memórias paradas a ausência que enche a sua vida e que brota da paisagem alentejana. Viajar numa auto-caravana é algo contraditório porque é como se nunca saíssemos de casa e, por isso, esta mulher, mais do que fugir do turismo alarve, que avassala o Verão algarvio, procura um lugar que seja o seu, provavelmente sem sair do sítio. No final, vê o arco-íris no horizonte, mas, como toda a gente que viu um arco-íris já percebeu, é impossível passar para o outro lado deste arco de cor. A nossa estrada segue sempre atrás ou ao lado da luz refractada.
EXPOSIÇÃO
ALHEAVA_SEM OUTRO SABER
de Manuel Santos Maia
9 Abr. a 11 Jun. I
das 18h às 24h
"Alheava" é a conjugação do pretérito imperfeito do verbo alhear, remete-nos para o passado; sinónimo de um outro verbo alienar. Define uma acção ou efeito de desviar; afasta; transferir; ceder a outrem. E em qualquer destas circunstâncias denuncia também um conjunto de significados de dimensão psicológica, tais como, viver num mundo abstracto; pôr-se de fora de um assunto; deslocado; distraído; esquecido; que perdeu o juízo.
"Alhear" sugere um estado de alienação, de amnésia, um efeito de desvio, uma ausência de raízes, uma sensação de perda, um sentimento de deslocação.
O título Alheava surgiu da leitura da obra De Profundis Valsa Lenta, de José C. Pires. Nesta obra, o romancista, caracteriza a condição da sua personagem como sendo alguém que vive um processo irreversível de perda de identidade que se traduz, por sua vez, numa perda da relação com o mundo, com os outros, com o passado e com o presente. A descrição da condição da personagem aproxima-se a um processo de despersonalização.
ENSAIOS DE
BABEL
Encenação de Carlos J. Pessoa
Projecto internacional para a infância com apresentação final na mostra Babel – ou Estamos a Construir uma Casa, em Setembro de 2009, no Teatro Taborda
SERVIÇO EDUCATIVO
DIDO E ENEIAS
de HENRY PURCELL
encenação de MARIA JOÃO VICENTE
Parceria:
Escola de Música do Conservatório Nacional e
Teatro da Garagem
23, 24 e 28 de Jun. I 15h
26 e 27 Jun. I 21h
CENTRO CULTURAL DE BELÉM
M/6
A Escola de Música do Conservatório Nacional e o Teatro da Garagem apresentam a ópera
Dido e Eneias, de Henry Purcell, numa versão inédita, infanto-juvenil.
Através deste projecto de colaboração, os alunos da Escola de Música (cantores e instrumentistas dos 8 aos 16 anos de idade) terão a oportunidade de trabalhar com membros do Teatro da Garagem, companhia de teatro profissional que,
pela originalidade e criatividade, tem marcado o panorama teatral português nas últimas duas décadas. O Centro Cultural de Belém abre a sua Sala de Ensaio para receber os futuros cantores e instrumentistas.
CLUBE DE TEATRO JOVEM
Orientação de Ana Palma, Francisco Tavares e Miguel Mendes.
Serviço Educativo do Teatro da Garagem
CLUBE DE TEATRO SÉNIOR
Orientação de Maria João Vicente.
Serviço Educativo do Teatro da Garagem
APRESENTAÇÕES PÚBLICAS
Clube de Teatro Jovem
28 de Junho I 18h00
Sob a direcção do actor Francisco Tavares, o Serviço Educativo do Teatro da Garagem da Garagem conclui este mês mais uma temporada do Clube de Teatro Jovem. A apresentação pública do trabalho desenvolvido pelos alunos terá lugar no dia 28 de Junho, Domingo, às 18 horas, no Auditório do Teatro Taborda. O espectáculo “Conflito Rural” foi construído a partir de improvisações dos alunos, que quiseram fazer uma meditação sobre o tema “o descontentamento social”.
Clube de Teatro Infantil
21 de Junho I 18h00
Sob a direcção do actor Miguel Mendes, o Serviço Educativo do Teatro da Garagem conclui a primeira edição do Clube de Teatro Infantil. Os nossos pequeninos actores vão apresentar o seu espectáculo “Pelo Ar”, inspirado no livro “O Deus das Moscas” de William Golding, no dia 21 de Junho, Domingo, às 18 horas, na Sala de Ensaios do Teatro Taborda.